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jun
12

Beto muda esquema na segunda etapa e Brasil vence

O Xavante teve dois sistemas táticos na vitória contra o União Frederiquense. Começou o jogo num 4-3-3, com triângulo de base baixa, e no segundo tempo o técnico Beto Almeida alterou para um 4-4-2, em quadrado, com Juba. Essa mudança equilibrou a marcação no meio e deu velocidade ao Brasil no contra-ataque.

Brasil começou num 4-3-3 com triângulo de base baixa.

O Brasil começou com um 4-3-3 bem definido. Uma linha de quatro jogadores atrás, com Jackson, Jr. Carvalho, Ronan e Ítalo. Dois volantes à frente da defesa. Wilson e Carlos Alberto. Athos foi o armador. Na frente Felipe Oliveira, na esquerda, Juba, na direita e Lino centralizado.

No 4-4-2 (4-2-2-2) O União joga sem homem de referência, abrindo os atacantes para a chegada dos meias

A movimentação do Brasil era apenas uma. Felipe Oliveira fechava da esquerda para o meio, tentando fazer companhia para Athos na criação. Na hora de marcar o Brasil ficava com um jogador a menos no meio, devido ao 4-4-2, em quadrado do União Frederiquense. Nenhum dos três atacantes combatia a todo instantes, sobrecarregando os dois volantes.

O Xavante abriu o placar de pênalti, após a jogada de Athos com Felipe Oliveira pelo lado esquerdo. Pelo meio o Brasil não chegou na primeira etapa. E como não tem um centroavante bom na bola área não conseguiu aproveitar os cruzamentos.

4-4-2 (4-2-2-2) com Juna no meio deu consistência ao Brasil

Com a lesão de Felipe Oliveira ainda no primeiro tempo, o técnico Beto Almeida colocou Gleisson. O jovem atacante entrou aberto pelo lado direito e Juba foi para o lado esquerdo. Na volta do intervalo o treinador rubro-negro mexeu. Botou Galego no lugar de Ítalo e recuou Juba para o meio.

A mudança deu certo. Juba deu combatividade na marcação e força na transição com ataque. O camisa 7 ainda fez a jogada do terceiro gol, limpando a marcação e rolando para Athos. No 4-4-2(4-2-2-2) em quadrado o Xavante ficou mais equilibrado. Gleisson sendo um segundo atacante de movimentação e recompondo para marcar. Lino tendo  a liberdade para movimentar-se e Athos ganhou um companheiro para dividir a tarefa da criação e  também com quem dividir a marcação adversária.

2 comentários

Nenhuma menção ainda

  1. Julio Peraça disse:

    Parabéns pelo post!

    Nos últimos minutos, Beto Almeida posicionou a equipe em um claro 4-2-3-1. Lembra?

    Abraço!

    1. guerreiro disse:

      O Beto acabou falando deste posicionamento no fim do jogo. O Gleisson voltou bastante para ajudar a marcação, não destaquei pois não considero a formação principal, já que ficou menos tempo. Mas, o Beto foi inteligente nas mudanças e o Gleisson cumpriu muito bem o papel.

      Abraço

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