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abr
23

Qual a lógica da demissão de Luizinho?

Há apenas três rodadas o Brasil passou a contar com seus reforços. Até então, o clube tinha um time razoável. Time esse capaz de colocar o clube na liderança do Grupo 1, mas sem animar. Quando assisti o Xavante vencer o Guarany de Camaquã com um modesto placar de 1 a 0, fui um entre tantos que não se empolgaram com a atuação rubro-negra. No entanto, o time permanecia cumprindo com seu dever: estar entre os líderes.

A chegada de novos jogadores fortalece o time. Não só fortalece. Altera bastante a cara da equipe. Quando todos reforços estiverem disponíveis, será uma nova formação: Luiz Müller; Tiago Rannow, Jonas, Anderson Bill e Galego; Rodrigo Dias, Leandro Leite, Alexandre e Alex Goiano; Alex Amado e Marcos Denner. Imagine algo mais ou menos assim e então pense: qual o tempo de adaptação para o encaixe desses 11 atletas? Leva tempo.

Até aqui Luizinho Vieira tinha um time limitado, mas que ainda assim alcançava suas metas. Com a chegada dos reforços a exigência sobre o técnico passaria a ser outra: jogar futebol de melhor qualidade e permanecer sempre entre os líderes. Faltou confiança em Luizinho. Faltou confiança em um ídolo. Não se deve misturar o passado com o presente, é verdade. Não se deve misturar, porém, metas. Elas devem ser alcançadas em sequência. A última derrota não interrompeu nenhuma meta. Mas deu sequência a erros continuamente cometidos no futebol.

1 comentário

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  1. paulo ricardo primeiro andreia disse:

    meu caro,
    esse time apenas razoavel como tu diz, nas mãos de um treinador com o minimo de experiencia vai render muito mais. Além do que o Luizinho mostrou que nao esta preparado para exercer a profissão,
    um treinador que se importa com o que diz a imprensa e discuti com a torcida em pleno jogo, realmente não está preparado.

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