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06

Manutenção do discurso

Ontem, pouco antes de ser informado de que Jorge Bopp estava com suas horas contadas na Boca do Lobo, dei o parecer em relação ao que deveria ser feito na direção do Esporte Clube Pelotas. Diante de tantos pensamentos divergentes, coloquei a frase que reproduzo abaixo.

Se eu fosse presidente do Pelotas, passaria a chamar a responsabilidade exclusivamente a minha pessoa – hipoteticamente presidente. Agradeceria a Jorge Bopp e César Dias pela contribuição no pretérito e os conselhos para os mais variados momentos e, então, faria o futebol prosseguir conforme minha visão de futebol – por menor que ela fosse. Como está, não dá mais”.

O primeiro passo foi dado. Bopp deve ter recebido os agradecimentos pelo que contribuiu no passado e foi dispensado, ou saiu, tanto faz. Agora é chegado o momento do futebol ser comandado por Larrossa e o time, dentro de campo, ter a cara de Beto Almeida, sem influência de ninguém da direção. Não há mais espaço para divergências. Mas, principalmente, não há mais espaço para tantos erros.

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